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A busca da excelência

Um de meus mentores foi Jack Canfield. Talvez você não o conheça, mas Jack é dos mais renomados autores na área de auto-ajuda e também um coach muito respeitado. Na época em que comecei a trabalhar com Jack, ele já não estava mais atuando como coach individual para muitas pessoas, ele tinha pouquíssimos e selecionados clientes.

Para ser aceito como mentorado de Jack, tive que passar por um teste que me fez sentir como se estivesse passando por uma entrevista de emprego! Conversas e mais conversas, dinâmicas de grupo, jogos… A situação toda era “esquisita” – era eu quem estava contratando o profissional, mas para poder pagar por seus serviços, tive que ser selecionado como um estagiário!

Finalmente dentro do programa, tive a oportunidade de perguntar pessoalmente a Jack o que exatamente ele estava procurando nos “candidatos”. “A busca da excelência”, ele respondeu. “Procuro pessoas que não aceitam resultados medíocres, que não se contentam facilmente, procuro guerreiros que vão até o fim para obter o melhor resultado possível”.

Ao longo de minha carreira, tornou-se evidente para mim que a busca da excelência é o verdadeiro diferencial entre aqueles que conquistam o que buscam e os que “só ficam na vontade”, como se diz.

Ao aceitar resultados medíocres, você está enviando uma mensagem para si mesmo que diz que você não merece ou não precisa de nada melhor. Aos poucos, você se acostuma com a mediocridade e deixa de tentar melhorar. É como aquele aluno na escola que se contenta em tirar notas boas o suficiente para passar de ano. Ele não se importa, a mediocridade “é boa o suficiente”.

É triste de observar que, sim, a mediocridade é boa o suficiente para muita gente. Eu luto pela excelência em cada momento da minha vida e, às vezes, é difícil para eu compreender as motivações de alguém que aceita menos do que o melhor. Meus artigos, minhas palestras sempre revolvem em torno da busca do sucesso, da excelência máxima e nem sempre eu me dou conta de que meus leitores e ouvintes não estão interessados! Eles querem resolver o problema X ou Y em suas vidas – fazer mais dinheiro, conseguir um emprego melhor, etc. –, mas eles não querem ser realmente bem sucedidos… Eles não se importam…

E você, leitor? Você aceita passivamente a mediocridade em sua vida ou você tem vontade de furar o céu mesmo que tenha que dar tudo de si para chegar lá?